No Egito o véu chegou por volta de 1840, através de professores de ballet que fugiram da Rússia. Nesta cultura, onde o véu simboliza um tabu para a mulher ocultando sua feminilidade, a dança se desenvolveu de forma diferente. A dançarina árabe, que simboliza a mulher livre, se coloca no palco dá algumas voltas rápidas com seu véu e depois "joga" o véu com desprezo. Ela se libertou do tabu. Na Europa e Estados Unidos o véu é para a mulher um elemento lúdico, belo, podendo se desenvolver uma dança inteira nos dando a impressão que o véu é uma extensão do braço. Para uma dançarina, ela vive momentos de magia, entrega e liberdade, enquanto o expectador vivencia a dança com um olhar de sonho e sensações de estar flutuando com o véu.Simplesmente esta dança nos eleva!
Por Christina Shafer
(Pesquisadora da Dança Oriental Árabe)
1 comentário:
o véu faz parte de mim na dança
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