Por aqui passarão os nossos pensamentos, alegrias, tristezas e muuuitas fotografias ....
.... porque isto da dança deixa-nos vaidosas!! =)

15 Dezembro 2009

Amr Diab continua a fazer anúncios da Pepsi!

Amr Diab!

De entre os cantores pop-românticos egípcios, este senhor quarentíssimo e sempre em forma pode orgulhar-se de ter construído uma carreira de sucesso, que dá dor de cotovelo a qualquer vedeta internacional.

Internacionalizado pelos países do médio Oriente, pelas comunidades muçulmanas no estrangeiro e pelo "mundo bellydance", Amr Diab faz parte do repertório de qualquer bailarina de dança oriental moderna. As suas canções são incessantemente recheadas de um romantismo idílico e intenso, que nos transportam para os ideais de amor sonhados em terras do Norte de África. São conceitos que contrastam bastante com os ideais racionais de amor que caracterizam os povos ocientais e, em última análise, remetem-nos literalmente para as "histórias da carochinha".

Como tudo na vida, "primeiro estranha-se e depois entranha-se". Confesso que no início estas músicas me faziam confusão ao sistema, mas agora estou perfeitamente adaptada e actualmente acho super engraçado entrar no espírito das músicas e dançá-las.
A Pepsi-Cola não passou ao lado das qualidades do cantor e ei-lo mais uma vez num anúncio da marca:



Será que a Pepsi conserva???

01 Dezembro 2009

Bailarina do Clone vem a Portugal!

Recordam-se da novela «O Clone»?

Creio que a maior parte dos Odalisconautas se recorda, a não ser aqueles de mais tenra idade :)

Como já tinhamos divulgado aqui no blog, no próximo fim-de-semana de 12 e 13 de Dezembro vem a Lisboa a Bailarina Alessandra Forte, que participou em algumas actuações da novela, foi professora das actrizes e... mais recentemente, foi também minha professora durante o tempo em que vivi em Madrid (motivo da minha ausência prolongada neste blog).

Estou muito feliz por termos profissionais como ela a dar formação em Portugal, nem que seja só por um ou dois dias, mas por outro lado estou triste, pois não a poderei ver dado a residir actualmente nos Açores. Por isso recomendo vivamente a quem tenha disponibilidade para assistir aos workshops dela, que não tenha perguiça e que aproveite a oportunidade para abrir horizontes.

Deixo-vos aqui um video para aguçar a curiosidade e o site onde poderão obter informações sobre os workshops:

http://www.danshayati.blogspot.com/


18 Novembro 2009

Alessandra Forte - 12 e 13 de Dezembro na Casa do Artista!


Com larga experiência em ensino de dança oriental, animação de eventos e inúmeras participações televisivas esta bailarina, internacionalmente reconhecida, proporciona momentos únicos de diversão, muita energia e puro encanto numa oferta de vários workshops temáticos animados e cheio de magia!


16 Novembro 2009

East Fest 2010

East Fest 2010 - Primeiro Festival Internacional de Dança Oriental de Lisboa!

Durante três dias (9, 10 e 11 de Abril 2010) a capital irá receber convidados internacionais e nacionais a não perder!
Veja todas as informações em: http://eastfestportugal.blogspot.com/

A Sensualidade da Dança do Ventre


A história das origens da dança do ventre normalmente remete-nos para textos muito extensos, que nos contam influências temporais, históricas e geográficas. Eu atrevo-me a dizer que a história da dança do ventre se prende intrinsecamente à História das antigas civilizações, mas enfim, a História que nos chega desses tempos é contada por homens de sociedades de padrões essencialmente masculinos, nas quais a dança em geral, não tem o mesmo relevo que tem hoje. Digamos que dos bailarinos não reza a História...
Por mero acaso, encontrei numa pesquisa um texto de um internauta admirador de dança do ventre, que resume tudo em apenas alguns parágrafos, desde a história, passando pela essência e chegando ao lugar que actualmente a dança do ventre ocupa, ou pelo menos deveria ocupar, nos nossos dias. Confesso que achei o texto um ligeiramente libidinoso... mas enfim, apesar de não me rever em tudo, é a visão do autor e é tão legítima como qualquer outra.
Escolhi a foto a cima pois, já que falamos de origens, resolvi partilhar a primeira vez que as Odaliscas pisaram o palco juntas, há pouco mais de 3 anos. Do lado esquerdo temos a Zaahirah à frente, a segunda menina atrás é a Aaminah, a quarta menina atrás é a Huraiva, a quinta menina atrás sou eu a Basimah e a menina à frente do lado direito é a Khawala. A Shadiyah estava a ver-nos na plateia, pois entrara nesse ano para a nossa antiga turma e a Yasmin estava a fazer erasmus num país da Europa de Leste que já não me ocorre...


A Sensualidade da Dança do Ventre


Não há como tirar os olhos de uma mulher a dançar a dança do ventre. É fascinante ver o corpo a serviço de movimentos naturais e que a deixam ainda mais bela, em sua pura essência. Cada músculo, osso e pele se movem em harmonia para a dança e criam um clima de sedução e mistério.

A sensualidade também está presente em toda a dança do ventre. Os movimentos do corpo estimulam a libido de quem os faz e de quem vê.

É uma dança muito sensual, sem precisar apelar para vulgaridades.

É inegável que a dança do ventre mexe com a libido e estimula a fantasia de homens e mulheres. Corpos à mostra, maquilhagem misteriosa e gestos delicados e sensuais trazem uma explosão de sensações.

O olhar entre os véus, os movimentos de quadris, a projecção do tronco e o balançar da cabeça, mãos e ombros compõem gestos envolventes e que podem apimentar a vida a dois…

Outro ponto extremamente picante é ser observada por olhares atentos e ávidos por acompanhar o jogo da dança.
As origens da dança do ventre se perdem no tempo. Alguns historiadores apontam entre 7.000 e 5.000 antes de Cristo. Acredita-se que ela era praticada nas antigas civilizações como a Suméria, Acádia, babilónica e egípcia. No Egipto a dança era realizada por sacerdotisas treinadas desde meninas para servirem como canal da deusa nos rituais religiosos.

A dança do ventre era realizada somente em templos, mas com o passar do tempo começou a fazer parte de grandes solenidades públicas nos palácios, o que fez com que ela se popularizasse. Com a invasão árabe muçulmana no século VII, ocorreu uma mistura de culturas e a dança espalhou-se pelo resto do mundo, através dos viajantes e mercadores.

A dança do ventre sempre foi uma celebração à vida. Os seus movimentos são inspirados nos animais, como camelos e cobras; nos quatro elementos, terra, fogo, água e ar; e em toda a natureza. A mulher, que é a faraute desta arte milenar, deve transmiti-la com amo, respeito e muita sensualidade…

20 Outubro 2009

I Rosa do Deserto - Coimbra


Workshops e espetáculo em Coimbra no dia 14 de Novembro.

Para mais informações visitem:
http://rosadodeserto.netai.net/

Boas danças!

19 Outubro 2009

Dança do Ventre ou folclore árabe

Por:Luana Mello

Bailarina Clássica (EMB), Campeã Brasileira de
Dança do Ventre e bailarina Khan el Khalili.

Artigo publicado originalmente em
http://www.dancadoventre.art.br/


É claro que uma coisa leva à outra. Quem começa a estudar Dança do Ventre acaba se interessando pelo folclore árabe que é muito difundido no Brasil. Mas eu tenho algumas observações a fazer, já que luto para que o ensino da Dança do Ventre deixe de ser a casa – da – mãe - Joana.

Em algumas escolas, o ensino do folclore se une ao ensino da Dança do Ventre. As aulas se misturam, como se fosse tudo a mesma coisa. Mas não é. Dança do Ventre é uma coisa, Dança do Bastão é outra, Meleah Laff outra e assim por diante. Sou contra o ensino do folclore misturado ao ensino da Dança do Ventre. É mais uma encheção de linguiça para o programa de aulas parecer mais rico, quando na verdade ele é uma bagunça só, feita por quem não tem nenhum conhecimento sobre metodologia de dança.

É muito difícil aprender Dança do Ventre direito. Muito, muito, muito difícil. O estudo da Dança do Ventre isolada, já leva fácil fácil uns quatro anos para a bailarina dançar ‘ok’. Para dançar ‘bem’ precisa arregaçar as mangas nas aulas. Mas em alguns sistemas de ensino, no meio do ‘programa de aulas’ eles começam a ensinar coisas como Ghawazee, Hagalla ou Soumboti.
Cada macaco no seu galho!
Meeeeu Deeeeus, vocês sabem o quanto é necessário estudar para dançar bem qualquer uma dessas danças? Elas são tão ricas e tão elaboradas quanto a Dança do Ventre. Não dá para estudar tudo em um mesmo curso, a aluna aprende apenas a caricatura da dança, que na boa, não serve pra nada. Nadica de nada.

Comigo foi assim também. No começo da minha carreira me enfiaram guela abaixo um monte de folclore e eu mal sabia Dança do Ventre direito, ainda tinha erros básicos. Consequência: Conheço tooooodos os folclores, na teoria... Sei os ritmos, a história, todos os porquês, mas dançar que é bom, necas de pitibiribas. Porque não adianta nada saber pouco de muita coisa. Acabamos com uma quantidade enorme de cultura inútil e não fazemos nada direito.

Precisamos entender de uma vez por todas que a bailarina de Dança do Ventre não é obrigada a conhecer nenhum tipo de folclore. Ela conhece se quiser, mas as coisas não têm a obrigação de se misturar. Se ela quiser aprender, ótimo, vai aumentar seu repertório, seus conhecimentos, mas ninguém vai ser uma bailarina de Dança do Ventre melhor só porque conhece male - male dezenas de folks.
Os passos são semelhantes, têm as mesmas origens, mas isso não é motivo para misturarmos os canais. Acho que é bacana a bailarina conhecer de tudo, ser completa, mas EM CURSOS SEPARADOS, com metodologias distintas. Porque no final das contas, ela não dança nada direito, nem folclore, nem Dança do Ventre. E os shows viram aquela palhaçada.

A aluna de intermediário, ou de avançado, ainda está em fase de ‘maturação’, criando intimidade com a cultura árabe, não é capaz de entender e dançar um folclore com a qualidade e consciência necessárias. A maioria das bailarinas que vejo dançando um folclore, estão apenas se mexendo, porque a verdadeira essência daquela dança não está nelas. Fica uma performance plástica e sem sal, só pra brasileiro ver. E olha que nem os brasileiros acham legal...
Também é sua a responsabilidade de aprender direito.

Por isso, meu conselho - de quem foi bastante enrolada - é: Decida o que você está aprendendo e procure professores ESPECIALIZADOS naquilo. Quem sabe um pouco de tudo não sabe nada de nada. Quer aprender Dança do Ventre, então procure alguém que entenda de Dança do Ventre, quer aprender folclore, então procure alguém que entenda de folclore! Faça cursos separados, especializados e com foco.
De uns anos pra cá não ensino mais folclore, contrato uma profissional para essas aulas, porque entendi essa diferença. Quando alguém quer aprender folclore, eu digo que sei, que conheço, mas não sou especialista. Vá fazer aulas com a Polímnia Garro, com a Samya Ju, com a Nagla Yacoub, Brigitte Bacha, Maira Magno, Nasser Mohamed - citando apenas os brasileiros. Eles são especialistas, eu não.

Essa atitude é necessária para criarmos um padrão de qualidade, porque hoje o que eu vejo, é que qualquer menina que se tornou ‘professora de dança do ventre’ sai por aí ensinando Dança do Bastão, Dabke, Dança dos Pescadores... Daí já viu, é aquela beleza. Um ó. Mas o que esperar de uma professora que mal sabe fazer um básico egípcio correto e não tem a menor auto-crítica?


A importância da auto crítica

Na verdade, a culpa é metade dela porque não se avalia e acha seu trabalho bom e metade do sistema de ensino que não é bom e ‘enrola’ os alunos ao invés de correr atrás de profissionais qualificados. É uma cultura antiga de quem prefere fazer tudo com as próprias mãos e não sabe delegar.
Eu sou radical e só sendo radical teremos qualidade. Ensine apenas aquilo que você executa de forma primorosa. Enquanto não dançar Raks al Assaya com a mesma competência das bailarinas aqui citadas, não seja petulante e não ensine. Isso é pretensão e ignorância. Precisamos nos dar conta de que somos um sistema interligado. Nossa atitude individual afeta o todo.

Eu nunca perdi o respeito de um aluno por mandá-lo buscar em outro profissional algo que eu não me julgo capacitada para ensinar. Pelo contrário, minha franqueza apenas reforça que eu faço um trabalho sério e não estou na sala de aula brincando ensinar.

PS. Nosso conhecimento sobre folclore é tão ruim, que quando aparece alguém que faz a coisa direito, causa ‘aquele’ rebú, como aconteceu quando os meninos da Nagla apareceram no Mercado Persa. O negócio era tão bom que eu presenciei bailarina desesperada por aí, tentando convencer os outros de que era ruim!!! Hilááário... Ai... Eu adoro dar risada dessas coisas. Desculpem o momento sarcástico! KK

18 Outubro 2009

Workshop de Percussão

YOUSSEF LOUKILI
Músico percussionista nascido em Marrocos,a viver em Portugal à dois anos.

PROGRAMA Breves noções musica árabe,como tocar
Darbuka,Riqq,Sagats;
Introdução aos ritmos Baladi,Saidi,
Maksoum,Chifftetelli,Masmoudi Saghir.
Oferta de CD e DVD da aula.

DATA 7 de Novembro de 2009

HORÁRIO 16H ás 19H

LOCAL Espaço DANÇATTITUDE

PREÇO 25 euros (pagamento minimo de 15 euros
sendo o restante pago no dia,ou a
totalidade do valor até dia 31 de
Outubro,após essa data acresce mais
5 euros)
NIB-000700640001299000756

NOTA As inscrições são limitadas,em caso
de desistencia por parte do aluno não
haverá restituição do dinheiro.
Enviar confirmação do pagamento e
nome para o mail abaixo indicado.

CONTACTO Rute
EMAIL rute2009@sapo.pt

08 Outubro 2009

Curso Dança Oriental - "Nove Luas" - Santarém

06 Outubro 2009

Zuel & Ayda Workshops

ZUEL regressa a Portugal, mas desta vez acompanhado pela fantástica Ayda, para dar formação a todas as amantes da dança oriental.
6 workshops de grande qualidade e diversidade de temas. Não perca a oportunidade de contactar com estes 2 grandes profissionais. INSCREVA-SE!

É já nos dias 17 e 18 de Outubro na Academia Dançarte em Lisboa! (Telheiras - Parque dos Princípes)
Metro: Telheiras

Programa:

SÁBADO (17 de Outubro)

WORKSHOP I: 09h30 - 11h30. Cigana egipcía.
Professor: Zuel

WORKSHOP II: 11h30 - 13h30. Bellydance turca. Professora: Ayda

(pausa para almoço)

WORKSHOP III: 15h30 - 17h30. Clássica egípcia.
Professor: Zuel

WORKSHOP IV: 17h30 - 19h30. Exótica-moderna egípcia. Professora: Ayda

DOMINGO* (18 de Outubro)

WORKSHOP V: 09h30 – 11h30. Dança com 7 véus. Professora: Ayda

WORKSHOP VI: 11h30 - 13h30 Solo de percussão. Professor: Zuel

* Durante a tarde de Domingo poderá ser feita uma MASTERCLASS de 3 horas de nível avançado ou profissional, se existir um grupo de pessoas interessadas em ter uma aula especial para aperfeiçoamento técnico. Professores: Ayda e Zuel.

Nota: Oferta de Cd com a música dos workshops
para quem participar em 4 ou mais workshops.

DESCRIÇÃO DOS WORKSHOPS:

WORKSHOP I - Dança Cigana do Egipto
A dança das Gawazy é uma dança muito expressiva
e de sabor primitivo.
Apesar de incluir passos da dança do ventre clássica é muito menos estilizada e de carácter popular e folclórico. É muito alegre e divertida. Conheceremos a sua história, música, instrumentos, vestuário, técnica e a expressividade da dança. Ritmos: Fallahi e Saidi.

WORKSHOP II - Bellydance Turca
Uma coreografia muito dinâmica influenciada pela força da música zíngara rom e da música oriental, ideal para a apresentação de um espectáculo. Trazer véu, joelheiras ou lenços para colocar nos joelhos, se estes forem sensíveis e saltos altos (opcional).

WORKSHOP III - Clássica egípcia
O Estilo clássico e a expressão: Trabalharemos o tema clássico “Bayt Al Qadi”, com movimentos sensuais, muito femininos e com muita expressão. Ideal para reportório. Técnica e coreografia. Ritmos: Baladi, Malfuf, Ayubi.

WORKSHOP IV - Exótica-Moderna Egípcia
Com uma música pop egípcia aprenderemos uma divertida e refrescante coreografia de grupo.

WORKSHOP V - Dança com 7 Véus
Aprende todos os truques para dançar de uma forma misteriosa e artisticamente sensual com esta fantasia orientalista. Trazer de preferência uma saia rodada e 7 véus de diferentes medidas (2 do tamanho dos véus de dança, 2 um pouco mais pequenos e 3 do tipo “foulard”)

WORKSHOP VI - Solo de Percussão
Estilo clássico egípcio. Uma coreografia de “tabla” muito expressiva com muita força e energia. Trabalharemos a técnica, a atitude em palco e a dignidade da bailarina.

PREÇOS:

1 workshop (2 horas) 29€
2 workshops (4 horas) 49€
3 workshops (6 horas) 69€
4 workshops (8 horas) 89€ + oferta de cd
5 workshops (10 horas) 99€ + oferta de cd
6 workshops (12 horas) 109€ + cd + oferta de t-shirt


INSCRIÇÃO E FORMA DE PAGAMENTO:

- Para inscrever-se deverá efectuar o pagamento de 10€ por cada workshop a que se inscreve, através de
transferência bancária para a conta com o NIB: 0010 0000 36203300002 30 (guarde o respectivo comprovativo para apresentar no dia do workshop). O pagamento do restante valor é feito no próprio dia.

- Efectuada a transferência, envie um email para: info@telmajamila.com indicando o nome da participante, nº telemóvel, o valor transferido e quais os workshops a que se inscreve.

- Só serão feitas devoluções do dinheiro caso a inscrição seja cancelada até 15 dias antes do inicio dos cursos.